Espaço de Informação, Crítica, Partilha de Saberes e de Boas Práticas...um Espaço pelo direito à DIFERENÇA.
03/10/11
SIMPSONS
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TDA
Educação Inclusiva e Educação Especial: Um Guia para Directores
COM Interesse
Encontra-se disponível para download a publicação Educação Inclusiva e Educação Especial: Um guia para Directores.Elaborado com base nos contributos de diversos profissionais que se disponibilizaram a partilhar as suas práticas, e fruto de uma aprofundada reflexão sobre as mesmas, este Guia pretende constituir um suporte à acção dos directores de agrupamentos de escolas e de escolas.Se pretender o livro em formato impresso poderá solicitar, através dedseease@dgidc.min-edu.pt, que o mesmo lhe seja enviado devendo, para o efeito, identificar o agrupamento ou escola e o respectivo endereço postal.
Fonte: DSDC/DSEEASE
Publicação do livro Educação Inclusiva e Educação Especial: Um Guia para Directores
Fonte: DSDC/DSEEASE
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Educação Inclusiva
30/09/11
CRIANças SOBREDOTADAS
Hoje a sobredotação assenta sobretudo nas características do desempenho que os sujeitos manifestam na interacção que estabelecem com os outros, com os objectos e com os conceitos. Há todo um conjunto de factores que interagem e que resultam na manifestação de um desempenho saliente, de onde emerge a sobredotação. Renzulli destaca-se nesta abordagem mais abrangente, mais compreensiva e mais consensual na actualidade. Para este autor, as crianças e jovens sobredotados distinguem-se por um conjunto básico de características:
A capacidade acima da média – os sujeitos não têm que ser génios; distingue-os a facilidade com que obtêm êxito em determinadas matérias ou a facilidade que revelam na aquisição de determinados conhecimentos ou competências em áreas específicas.
A persistência na resolução de uma tarefa – esta é a característica apontada como a mais incontroversa no conjunto das tentativas da definição da sobredotação. O indivíduo apresenta uma grande capacidade de trabalho, direccionando uma invulgar quantidade de energia para a resolução de problemas ou de uma actividade específica. Esta característica não se pode dissociar da motivação e dos interesses desenvolvidos pela criança ou jovem em relação à tarefa ou actividade específica.
Níveis superiores de criatividade são a terceira característica assinalada por Renzulli.
Revela-se pela natureza e frequência das perguntas, jogos e associação de conceitos. É com frequência que as crianças e jovens com esta característica surpreendem os adultos com a qualidade das suas produções, quando o ambiente educativo permite o pensamento divergente e inovador.(...)
Erroneamente, persiste a ideia de que as suas características pessoais lhes permitem atingir o desenvolvimento pessoal adequado por si próprios. O princípio da igualdade de oportunidades da Declaração de Salamanca, sobre a “escola inclusiva” de 1994, de que o governo português é signatário, vem suprir este mito ao referir explicitamente as crianças sobredotadas como grupo a requerer maior individualização educativa por parte das instituições e profissionais envolvidos (UNESCO, 1994). Penoso é, porém, este princípio continuar “arrumado na estante”, vítima das tendências sociais elitistas que consideram desnecessária a atenção aos sobredotados.
Ver mais in Associação Portuguesa de Crianças Sobredotadas/ apcs.co.pt
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Sobredotação
27/09/11
Síndrome de ASPERGER
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Síndrome de Asperger
De Regresso!!!!! Um novo Ano, novos Projectos ...a mesma Alegria.
Lançados ao TRABALHO!
Estes os sorrisos que nos conquistam e alicerçam o nosso trabalho.
Sempre Pela DIFERENÇA!
Sempre Pela DIFERENÇA!
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Sala UAM
02/06/11
Ainda a LEITURA...POESIA
Quando as Crianças Brincam
Quando as crianças brincam
E eu as oiço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar.
E eu as oiço brincar,
Qualquer coisa em minha alma
Começa a se alegrar.
E toda aquela infância
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.
Que não tive me vem,
Numa onda de alegria
Que não foi de ninguém.
Se quem fui é enigma,
E quem serei visão,
Quem sou ao menos sinta
Isto no coração
Fernando Pessoa
01/06/11
DIA da CRIANÇA
1 de Junho – Dia da CRIANÇA
Mas só a 20 de Novembro de 1959 foram oficializados estes direitos e legalmente aprovada a "Declaração dos Direitos das Crianças". Composta por dez artigos esta declaração defende as crianças enumerando o que as pessoas responsáveis por elas devem fazer para que sejam felizes e saudáveis.
Em 1989, também a 20 de Novembro, a ONU aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", um documento com 54 artigos para protecção dos mais pequenos.
"Não existe revelação mais nítida da alma de uma sociedade do que a forma como esta trata as suas crianças." Nelson Mandela
Foi em 1950 que a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs à ONU a criação de um dia dedicado às crianças em todo o mundo. A comemoração começou no dia 1 de Junho de 1950 e prolonga-se até aos dias de hoje.
A partir deste dia ficou reconhecido pela ONU que toda a criança, independentemente da raça, cor ou sexo, tem o direito a: amor e compreensão; alimentação; cuidados médicos; educação; protecção contra todas as formas de exploração; e crescer num clima de Paz.Mas só a 20 de Novembro de 1959 foram oficializados estes direitos e legalmente aprovada a "Declaração dos Direitos das Crianças". Composta por dez artigos esta declaração defende as crianças enumerando o que as pessoas responsáveis por elas devem fazer para que sejam felizes e saudáveis.
Em 1989, também a 20 de Novembro, a ONU aprovou a "Convenção sobre os Direitos da Criança", um documento com 54 artigos para protecção dos mais pequenos.
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