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08/11/11
Dislexia
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Dislexia
29/10/11
TDAH
8 sinais/ sintomas aos quais os pais devem ficar atentos
Aretha Yarak
O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é uma doença cercada de controvérsia. Por atingir principalmente crianças, muito pais enxergam problemas onde eles não existem — sintomas isolados são comuns nesta fase da vida. Também há quem não preste atenção ao conjunto de sintomas que a caracterizam: quadros de desatenção, hiperatividade e impulsividade de maneira exacerbada. Há um grande número de crianças com a doença, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo dados da Associação Brasileira de Déficit de Atenção (ABDA), cerca de 3% a 5% das crianças brasileiras sofrem de TDAH, das quais de 60% a 85% permanecem com o transtorno na adolescência.
É preciso enfrentá-la cedo. Quando não diagnosticada e tratada, pode trazer sérios prejuízos a curto e longo prazo. Em crianças, é comum a queda no rendimento escolar, por causa de desorganização, da falta de paciência para assistir às aulas e estudar. Na fase adulta, o problema pode ser a causa de uma severa baixa auto-estima, além de afetar os relacionamentos interpessoais, uma vez que a pessoa tem dificuldades em se ajustar a horários e compromissos e, frequentemente, não consegue prestar atenção no parceiro.
Confira abaixo oito desses sintomas que, quando aparecem com freqüência e em mais de um ambiente (escola e casa, por exemplo), podem servir como um alerta de que chegou a hora de procurar ajuda profissional.

1 - Distração
As crianças com TDAH perdem facilmente o foco das atividades quando há algum estímulo do ambiente externo, como barulhos ou movimentações. Elas também se perdem em pensamentos “internos” e chegam a dar a impressão de serem “avoadas”. Essas distrações podem prejudicar o aprendizado, levando o aluno a ter um desempenho muito abaixo do esperado.
2 - Perda de objetos
Perder coisas necessárias para as tarefas e atividades, tais como brinquedos, obrigações escolares, lápis, livros ou ferramentas, é quase uma rotina. A criança chega a perder o mesmo objeto diversas vezes e esquece rapidamente do que lhe é dado.
3 - Lição escolar
Impaciente, não consegue manter a atenção por muito tempo. Por isso tem dificuldade em terminar a tarefa escolar, pois não consegue se manter concentrada do começo ao fim, e acaba se levantando, andando pela casa, brincando com o irmão, fazendo desenhos...
Impaciente, não consegue manter a atenção por muito tempo. Por isso tem dificuldade em terminar a tarefa escolar, pois não consegue se manter concentrada do começo ao fim, e acaba se levantando, andando pela casa, brincando com o irmão, fazendo desenhos...

4 - Movimentação constante
Traço típico da hiperatividade, é comum que mãos e pés estejam sempre em movimento, já que ficar parado é praticamente impossível. A criança acaba se levantando toda hora na sala de aula e costuma subir em móveis e em situações nas quais isso é inapropriado. Para os pais, é como se o filho estivesse “ligado na tomada”.
5 - Passeios e brincadeiras
Existe grande dificuldade em participar de atividades calmas e em silêncio, mesmo quando elas são prazerosas. Em vez disso, preferem brincadeiras nas quais possam correr e gritar à vontade. Por isso costumam ser vetados de algumas festas de aniversário ou passeios escolares.
6 - Paciência
Tendem a ser impulsivas e não conseguem esperar pela sua vez em filas de espera em lojas, cinema ou mesmo para brincar. É comum ainda que não esperem pelo fim da pergunta para darem uma resposta e que cheguem a interromper outras pessoas.
7 - Desatenção
Distraída e sem conseguir prestar atenção na conversa, dificilmente consegue se lembrar de um pedido dos pais ou mesmo de uma regra da casa. A sensação que se tem é a de que ela vive “ no mundo da lua”. É comum, portanto, que os pais acabem repetindo inúmeras vezes a mesma coisa para a criança, que nunca se lembra do que foi dito.

8 - Impulsividade
A criança com TDAH não tem paciência nem para concluir um pensamento. Assim, ela acaba agindo sem pensar e chega a ser impulsiva e explosiva em alguns momentos. Os rompantes podem ser vistos, por exemplo, durante brincadeiras com os demais colegas que culminem em brigas ou discussões.
* Fontes: Maria Conceição do Rosário, psiquiatra e professora do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e do Child Study Center, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e Thiago Strahler Rivero, psicólogo do Departamento de Psicobiologia do Centro Paulista de Neuropsicologia da Unifesp
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THDA
08/10/11
EUropa SEM BARREIRAS
COMISSÃO EUROPEIA
Estratégia Europeia para a Deficiência 2010-2020
Compromisso renovado a favor de uma Europa sem barreiras
5 - Educação e formação
No grupo etário 16-19 anos, a taxa de não participação na educação é de 37% para as pessoas consideravelmente limitadas por uma deficiência, 25% para as que são de algum modo limitadas e 17% para as que não conhecem limitações. O acesso ao ensino regular das crianças com deficiências profundas é difícil e por vezes segregado.
As pessoas com deficiências, em particular as crianças, têm de ser integradas no sistema geral de ensino e beneficiar de apoio individual, no interesse dessas crianças. No pleno respeito pela responsabilidade dos Estados-Membros no que respeita ao conteúdo dos programas e à organização dos sistemas de ensino, a Comissão apoiará a meta de uma educação e formação inclusiva e de qualidade definida no quadro da iniciativa «Juventude em Movimento».
Melhorará a informação sobre os níveis de ensino e as oportunidades destinadas às pessoas com deficiência e a sua mobilidade, facilitando a sua participação no programa de aprendizagem ao longo da vida.
A acção da UE apoiará os esforços nacionais empreendidos no quadro da iniciativa Educação e Formação 2020, o quadro estratégico para a cooperação europeia no domínio da educação e formação, e que visem:
- eliminar as barreiras jurídicas e organizacionais que se colocam às pessoas com deficiência no acesso aos sistemas gerais de ensino e de aprendizagem ao longo da vida;
- proporcionar apoios atempados ao ensino inclusivo e à aprendizagem personalizada e a identificação precoce de necessidades especiais;
- ministrar formação e apoios adequados aos profissionais que trabalham em todos os níveis de ensino e elaborar relatórios sobre taxas de participação e resultados obtidos.”
“Promover a inclusividade do ensino e da aprendizagem ao longo da vida para os alunos e os estudantes com deficiências.” |
Bruxelas, 15.11.2010
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Educação Inclusiva,
Europa
07/10/11
EPILEPSIA
O que é?
A Epilepsia é um distúrbio que afecta o cérebro, expressando-se através de crises – manifestações motoras, sensitivas, sensoriais, psíquicas ou neurovegetativas. Estas crises correspondem a uma descarga anormal de alguns neurónios cerebrais, súbita e imprevisível, que afecta, assim, o pensamento ou o corpo, sem que o doente a possa controlar, podendo durar entre alguns segundos e vários minutos.
Geralmente, as crises são associadas a convulsões por todo o corpo e contracções de um dos membros ou face, mas existem vários tipos, cuja frequência e manifestação variam de doente para doente.
A epilepsia é a disfunção do sistema nervoso mais comum do mundo, afectando cerca de 50 milhões de pessoas em todo o mundo, independentemente da idade, do sexo, da raça, do estrato social ou da nacionalidade.
Em Portugal, cerca de 50.000 pessoas sofre desta doença. No entanto, com as crises controladas, é possível ter uma vida normal, trabalhar, conviver com amigos, namorar ou casar, ter filhos… Como qualquer outra pessoa.
Diagnóstico
O diagnóstico é, em geral, simples e rápido. As descrições das crises feitas pelo doente ou pelo acompanhante (é importante que os doentes se façam acompanhar de uma testemunha das crises à consulta para que estas possam ser mais objectivamente descritas) são geralmente suficientes para o médico fazer o diagnóstico de epilepsia.
Contudo, o médico poderá ter necessidade de recorrer a exames para classificar o tipo de epilepsia de que sofre o doente. Um dos mais frequentes é o electroencefalograma, que avalia as actividade eléctrica cerebral. Exames imagiológicos, como a tomografia axial computorizada (T.A.C.) e a imagem por ressonância magnética (I.R.M.), poderão ser determinantes para identificar a eventual causa da epilepsia.
Controlar a Epilepsia
Ter epilepsia não implica que não possa ter uma vida normal. Basta seguir algumas regras, além de cultivar um estilo de vida saudável e equilibrado, como todas as outras pessoas.
Tome a sua medicação antiepiléptica às horas certas - Uma das causas mais comuns das crises não controladas é, precisamente, não tomar os medicamentos correctamente. Suponha que se esquece de tomá-los uma vez: a quantidade de medicamento remanescente no sangue das tomas anteriores pode não ser suficiente para controlar as crises.
Durma bem - Noites mal dormidas aumentam o risco de uma crise epiléptica. Tente descansar bem, dormindo entre sete e dez horas por noite (dependendo da sua idade).
Reduza o stress - O stress é um verdadeiro aliado das crises e, por isso, deve minimizá-lo ao máximo, divertindo-se, usando técnicas de relaxamento, evitando desportos de alto risco (alpinismo, parapente, asa-delta, etc.) e todas as outras actividades que possam aumentar substancialmente o nervosismo.
Evite tomar estimulantes - O café, o álcool, as drogas e o ruído podem aumentar o número de crises porque interferem na actividade dos neurónios.
Consulte regularmente o seu neurologista - Só assim poderá controlar o desenvolvimento da sua doença e obter os melhores esclarecimentos para todas as suas dúvidas.
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Epilepsia
04/10/11
INClusão SOCIAL
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Educação Inclusiva,
Inclusão Social
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